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Um colaborador despreparado pode comprometer a sua gestão!

Digital learning

Imagine a sua empresa investir em maquinaria potente, de última geração e de tecnologia avançada. Esta máquina irá trazer uma produção nunca antes alcançada na sua empresa. Você já imagina um local para colocar este equipamento, pois ele irá trazer resultados jamais visto na sua organização.

Você apresenta o projeto aos seus colaboradores, eles ficam muito felizes, mas ao mesmo tempo temerosos, pois sempre operaram com os mesmos equipamentos, e agora terão de trabalhar com outro que desconhecem.

Com o passar do tempo, você acha que aquele investimento não trouxe muito resultado, e tem tido muitos problemas de peças de reposição. Então começa a interrogar-se: O que será que aconteceu? Será que o meu investimento foi errado?

Abraham Lincoln, teve uma expressão que ficou marcada e registada que faz muito sentido nesta situação:

“Dê-me seis horas para cortar uma árvore e vou investir as quatro primeiras horas a afiar o machado."

Investir tanto, conseguir financiamento, arriscar a saúde financeira da empresa e depois não preparar os seus colaboradores para a utilização corretamente dos equipamentos, é o mesmo que andar em círculo, isto é, entregar os seus projetos e sonhos a pessoas, sem as preparar antecipadamente para a sua execução.

Em momentos de crise, observamos que um dos primeiros cortes das empresas dá se no investimento da qualificação profissional mantendo apenas as formações obrigatórias, aquelas que são exigidas para manter a sua atividade.

Veja uma pesquisa que aponta os impactos causados pela pandemia este ano:

1214_Banners Blog - 2 pt.jpg (448 KB)Faliram 2.749 empresas num semestre marcado pela pandemia

Lisboa e Porto são os distritos que apresentam o valor de insolvências mais elevado.

De  acordo com os dados divulgados (Economia /ECO-09 Julho 2020) da Iberinform só em junho foram mais 559 empresas que faliram.

Enquanto no último mês se assistiu ao desaparecimento de mais 191 empresas que no período homólogo de 2019, “mas menos 41 que em maio”, no total do semestre registou-se um aumento de 7,5% nas insolvências, com o total a ascender a 2.749. “Este valor apresenta-se inferior aos totais registados no primeiro semestre de 2017 (3.391) e de 2018 (3.067)”, nota a Iberinform.

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Lisboa e Porto são os distritos que apresentam o valor de insolvências mais elevado, com 568 e 687 casos, respetivamente. Face a 2019, verifica-se um aumento de 8,8% em Lisboa e de 7,7% no Porto”, destaca.

“A maioria dos distritos continua a revelar um aumento de insolvências (59,1%). Entre os distritos com maiores aumentos percentuais encontram-se: Angra do Heroísmo (142,9%), Castelo Branco (69,2%), Beja (50%), Faro (44,7%), Viana do Castelo (30,6%) e Ponta Delgada (23,5%)”.

Veja o gráfico:

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A Iberinform diz que praticamente todos os setores de atividade viram crescer o número de empresas insolventes no primeiro semestre de 2020, exceto dois: Indústria Extrativa, com um decréscimo de 42,9% face a 2019, e Construção e Obras Públicas (-7,6%).

Depois deste números alarmantes. Pensamos!

Como é que algumas empresas conseguiram se reinventar num período tão turbulento?

Veja o caso da farmacêutica portuguesa: Hovione

Na altura da escassez de gel desinfetante para a proteção dos profissionais de saúde, da segurança e para os trabalhadores dos serviços essenciais, a Hovione decidiu mobilizar a sua equipa na fábrica de Loures para produzir a solução antissética já fabricada em Macau.

Esta decisão obrigou a adaptação da linha de produção e exigiu a criação de uma equipa exclusivamente dedicada a este objetivo. “No total, foram produzidas cerca de 250 toneladas da solução, a um ritmo médio de 40 toneladas por semana, uma quantidade suficiente para lavar as mãos de 400 mil pessoas durante uma semana”, explica a empresa. A produção da solução antissética foi oferecida pela empresa a 700 entidades em Portugal, que estiveram na linha da frente do combate à pandemia. Explica a empresa que: “A pandemia COVID-19 não mudou o carácter e os processos da nossa organização, mas obrigou a que nos adaptássemos para dar resposta imediata aos novos objetivos e às necessidades dos nossos clientes, além da imperiosa proteção dos nossos colaboradores”, assegura a empresa.

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Mas porque é que algumas empresas conseguiram se diferenciar no meio de todo este processo pandémico? 

Como é que elas pensam? O que as diferenciam das outras?

Elas entendem que o principal ativo da sua empresa são os seus colaboradores. São eles que executam e garantem que tudo funciona com a qualidade desejada.

Se os seus colaboradores não estiverem bem preparados, não conseguirão ajudar a crescer o seu negócio, nem tão pouco, ajudá-lo a gerir de forma eficaz e rentável a sua empresa. Já pensou nisso?

Um exemplo bem clássico é uma equipa de futebol. Para competir na primeira divisão, os jogadores tiveram que se preparar e desenvolver o seu máximo potencial, aprendendo técnicas, e trabalhando a sua autoestima e motivação.

As pessoas preparadas são mais confiantes, e encaram de forma muito mais facilitada os novos desafios. Na sua empresa será exatamente igual. Só jogam na primeira divisão as empresas que estão preparadas. Se você não entender que precisa de mudar para ter resultados diferentes, e cair na tentação de só fazer as formações obrigatórias, a sua empresa sempre obterá os mesmos resultados. Com este panorama correrá o risco de jogar na segunda divisão, com colaboradores despreparados, motivação reduzida, e baixa produtividade, caminhando rumo ao fracasso, comprometendo assim todos os anos de trabalho decorridos.

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Estamos na era digital, onde o desenvolvimento de competências ficou muito mais facilitado, podendo os seus colaboradores adquirirem formação sem saírem da sua empresa ou da sua própria casa. Não existem barreiras geográficas para que possa desenvolver a sua equipa.

Hoje que tanto se fala de digital learning, torna-se necessário salientar que não é uma formação presencial, adaptada a um ambiente online. É muito mais que isso, combinando e associando diversos componentes para que resultem num percurso formativo estruturado e motivante para os seus colaboradores.

Deve existir uma estrutura que garanta o equilíbrio entre a pedagogia e a qualidade, e levados em conta alguns processos cognitivos, de forma a assegurar uma melhor aprendizagem e o retorno do investimento.

Já pensou em desenvolver a sua equipa e sugerir conteúdos que entenda serem relevantes para o seu desenvolvimento? Conteúdos pedagógicos desenvolvidos com foco na aprendizagem individual de cada colaborador, e utilizados em empresas nacionais e internacionais de referência como a L’Oréal, a Pandora, a Nestlé, entre muitos outros. Que funcione no telemóvel, seja acessível online, com sincronia em todos os dispositivos? A tecnologia e a inovação vieram para ficar, e alinhar tudo isso numa plataforma de ensino, é algo incrível, e pode desenvolver o máximo potencial dos seus colaboradores.

Se identificou que a sua empresa precisa inovar na formação e no desenvolvimento de competências, fale connosco, temos soluções simples, práticas e de implementação imediata para que a sua empresa possa alcançar resultados expressivos. Afinal, estamos a viver um momento em que as decisões devem ser tomadas rapidamente, pois tudo acontece num clique. 

Se quer saber mais sobre como podemos ajudar a sua empresa a implementar um projeto de digital learning, encontrará informações detalhadas em www.oportoforte.com ou solicite o contacto direto connosco em comercial@oportoforte.com

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